Domingo, Junho 19, 2011 | 2:12 AM

Talvez ninguém leia, assim como talvez ninguém veja.


Passa despercebida mais uma vez. Sem olhares, pesares, ou o que quer lá que seja. Nada. A parede de vidro continua ali, entre ela e o mundo. Enquanto observa tudo, tantas pessoas ao seu redor, tanta vida borbulhando diante de si, sente-se estranha. Quer dizer, "estranha" é modo de dizer, pois é uma sensação que há tanto se faz presente que já tornou-se comum. Familiar. Mas, com alguma contradição, ainda possui um ar de estranheza. Algo que soa como se mostrasse que, mesmo rotineiro, não deveria ser daquela maneira.

Invisível, inviável, inevitavelmente infeliz. Acostumada a ser como jamais deveria, como qualquer pessoa jamais deveria. Sabe-se lá de onde vem esse comodismo, o conformismo em ver, todos os dias, o tempo passar proveitoso diante de sua própria janela, somente lá fora. E é sempre lá fora que percebe quanto tempo de vida tem gasto em vão. Em tentativas e mais tentativas falhas de, "simplesmente", ser. Ah, e como só ela sabe o quanto deseja que fosse tão simples quanto para o resto do mundo...

Interfere intensamente, inconsequente, sem retorno. Faz o que pode, talvez de maneira completamente errada, em troca de apenas um olhar. Não de gratidão, tampouco de compaixão. Quer somente perceber que algum par de olhos, mesmo que anônimo, a fitou por um segundo. Nesse estado, não é preciso palavras ou gestos grandiosos, não, não é. Não é isso que quer, não é isso que busca, não é isso que precisa para que se sinta bem. Só quer saber que está existindo em algum lugar do mundo, do tempo, pra alguém. Os sorrisos que recebe ou os comentários que ouve são tão distantes, como os lançados em frente a um telão de um cinema qualquer. São risos soltos no ar, direcionados a alguém que está sendo visto mas que, no final de contas, não existe. Acaba-se com o acender das luzes. Acaba o sorriso.

Ela conta uma história, ela escreve uma história, mas nunca consegue viver um personagem. Não há lugar para um personagem sem cor num mundo de cores inventado. Não cabe alguém sem graça em meio a tanta algazarra, um alguém destruído numa história onde todos parecem sempre tão fortes. Eles são fortes, eles conseguem. Só eles.

Eles são vistos, são sentidos, ouvidos. Só eles.

Queridos, amigos. Mas só eles.

Invisível aos olhos de todas as outras pessoas, mas que carrega dentro de si um turbilhão de emoções e sentimentos. Sensações que gritam querendo sair, mas que não saem por não serem de importância alguma a alguém. Não saem por não quererem ser um incômodo a esse lugar tão bem resolvido, a essas pessoas tão bem vividas. A esses sorrisos, encantos, afetos direcionados aos outros. Ela não é deste lugar, nem de qualquer outro. Não pertence ao seu grupo, ao meu, ao dele. Não pertence a ninguém, não falta a ninguém. Não se pode sentir a perda de algo que nunca se teve. Ou que nunca se viu. Mas ela sente falta do que nunca sentiu, do que nunca ouviu, ou experimentou. Observa, todos os dias, o tempo passar e passar, sem poder fazer mais nada.

Invisível a qualquer um. Inviável a quem tanto ama. E a todos a quem já amou, e amará.
Inevitavelmente infeliz. Que, no fim, carregará dentro de si o peso de um mundo inteiro, mas partirá sem fazer nem um grama de falta.


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Quinta-feira, Fevereiro 03, 2011 | 12:00 AM

Não, eu não tenho mais atualizações. Não, eu não continuei nenhum dos projetos. Não, eu não sei mais o que eu estou fazendo aqui.



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Sábado, Dezembro 04, 2010 | 1:42 AM

Concorrência e Eficiência


Sábado, 27 de novembro de 2010. Por volta das 13h, passando pela Rudge para ir fazer a prova da Uniban, pouco antes de chegar à entrada deparo-me com um trio de jovens que estavam com algumas propagandas para entregar para quem passasse. Mas engana-se quem pensa que eram propagandas de concessionárias ou apartamentos. E também quem pensa que as propagandas estavam sendo entregues assim, aleatoriamente.

Os três jovens estavam uniformizados e carregando uma pilha de sacolas vermelhas, entregando-as para pessoas igualmente jovens. Para ser mais específica, estavam entregando para pessoas que aparentavam estar indo fazer a tal prova. O uniforme vermelho e a letra amarela na sacola não deixava dúvidas: Unip. Até mesmo alguém como eu, que não enxerga mais nem o outro lado da rua, jamais confundiria ou deixaria de reconhecer aquelas letras amarelas.

Posso dizer que esses três jovens estavam a poucos metros da entrada da Uniban, arrisco-me a dizer que não passavam de 10 passos de distância. E, ao passar por eles, recebo, além de um sorriso, uma sacola vermelha com uma revista dentro. Agradeço, e continuo a caminhada.

Assim que entro na universidade, o porteiro me recebe de uma maneira muito animada, mas não me deixa entrar com a sacola. "Posso ficar com a sacola? Eu a deixo aqui e quando você estiver indo embora, você pega", ele disse. Aceitei, obviamente eu não poderia entrar na universidade para fazer a prova do vestibular carregando uma sacola de outra universidade. Deixei a sacola com o rapaz e passei as catracas, indo até as mesas do pátio.

Após cinco horas de questões, redações, rascunhos, contas, grafites e borrachas, recolho minhas coisas e me preparo para ir embora. Ao chegar nas catracas, peço ao porteiro para que me devolva a sacola que deixei entregue a ele. Ele, me olhando com cara de quem está fingindo que não entende, me pergunta "qual sacola? Sacola?".

"Minha sacola vermelha, que deixei aqui quando entrei. Uma sacola vermelha com umas propagandas, eu deixei aqui pra pegar quando estivesse indo embora", retruquei. O porteiro, já esboçando um sorriso de canto de boca, me disse: "Uma sacola da Unip?", e começa a abrir o sorriso por completo. Respondo que sim, e logo em seguida ele me conta: "Aaah, jogaram fora. Pegaram tudo e levaram lá pra dentro pra jogar fora", e lança mais alguns sorrisinhos. Agradeço a informação e vou embora, sem minha sacola.

Não é pela sacola em si, claro. A sacola me seria útil no dia-a-dia, caso precisasse carregar uma blusa ou coisa assim, mas o folheto certamente seria descartado depois de uma única leitura. E, claro, compreendo que eles tenham recolhido as sacolas para que ninguém entrasse lá divulgando o concorrente. O que me deixou abismada, por assim dizer, foi o fato de terem simplesmente jogado tudo fora, mesmo que tivessem garantido para os alunos que eles devolveriam as propagandas na saída.

Muito provavelmente nenhum aluno foi chato o suficiente para parar na portaria e pedir a propaganda de volta, acho até que eles tenham ficado agradecidos por terem descartado as sacolas por eles. Mas já que os três jovens tinham sido tão simpáticos comigo, e como acho injusto jogar uma propaganda fora sem ao menos ler (sim, eu leio anúncios de folhetinhos de dentistas distribuídos na rua, e folhetos de "compro ouro" ou "trago seu amor de volta em três dias"...), fui até a portaria dar uma de chata e pegar minha propaganda. Ou tentar.

Só acho que uma instituição que declara abertamente colocar a liberdade de expressão e opinião do aluno em primeiro lugar deveria, acima de qualquer coisa, respeitar essa liberdade. Se eu tive toda a liberdade para escolher fazer as provas que eu quisesse e escolhi realizar a prova deles, eles deveriam, no mínimo, se garantir como instituição. Mesmo porque todos sabem que ninguém presta uma prova só. Eu mesma já tinha olhado a relação de cursos de várias outras escolas e, se eu assim decidisse, faria essas outras provas independente de sacolas vermelhas ou proibições de terceiros.

Falta de respeito da Unip em distribuir sacolas na porta da Uniban? Não discordo. Mas acho igualmente desrespeitoso boicotar e privar o aluno de informações e opções que, no fim das contas, só cabe a ele decidir qual é a que mais beneficiará seu futuro.

Resumidamente? É a bosta da Uniban onde eu jamais estudarei - GRACIAS! - :)
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Do mais, meus lindos cabeçudinhos, peço-lhes para que leiam o post abaixo (sobre as gargantilhas). Continuo, sim, confeccionando; então caso queiram pedir alguma é só entrar em contato comigo pela caixa de comentários do post das gargantilhas, por email ou por qualquer link de rede social. Não esqueça de se identificar! Senão não tenho como adivinhar quem você é e muito menos entrar em contato.

Também peço para que cliquem nesse link: http://letras.ms/7anos/27587. Não precisa fazer nada, só clicar.

Obrigada mais uma vez, e tenham uma boa madrugada quente e suada.


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Segunda-feira, Novembro 22, 2010 | 5:38 PM

GFM - Gargantilhas Feitas por Mim (informações atualizadas)


Pois é, gente. Hoje estou aqui não para deixar um desabafo, nem para postar reclamações sobre meus vizinhos e muito menos pra fazer poesia.
Estou aqui para dizer que estou montando gargantilhas e colocando-as à venda.

Abaixo seguem algumas fotos, e alguns dados também (preços, cores, complementos, tamanhos, etc.)















Quanto? A gargantilha simples sai por R$ 5,00.

E a detalhada? A gargantilha com laço sai por R$ 5,00 e a gargantilha com laço de cor diferente da cor da fita também sai por esse preço. A com pingente sai por R$ 5,50, mas pode variar de acordo com o pingente pedido. Por isso o pingente deve ser especificado no pedido (formato, tamanho, cor, etc...). A gargantilha com laço e pingente sai por R$ 6,00, mas também pode variar de acordo com o pingente escolhido. Abaixo temos uns exemplos de pingentes (temas e tamanhos). Há também o tradicional guizo. Também podem ser encomendados pingentes diferentes, mas isso deve ser informado com antecedência. Os pingentes abaixo não alteram o valor da gargantilha detalhada (R$ 5,50). Outros pingentes podem alterar o valor, mas tudo será informado durante a negociação.



Também é possível fazer par de gargantilhas com pingentes encaixáveis (estilo "best friends" ou "my love"). Esse pingente só é vendido com seu respectivo par, portanto só pode ser vendido com um par de gargantilhas. O preço para o conjunto (par) é de R$12,00 com ou sem laço, e pode ser montado da mesma maneira que as outras (escolhendo cor da fita, da gargantilha, do laço, etc. O conjunto pode ser montado com uma gargantilha de cada cor). Além disso, também contamos com pingente de caveira, que pode ser montada com ou sem pedras de Strass nos olhos (3 pedras). A gargantilha de caveira sai por R$ 6,00 sem laço, R$ 6,50 com laço.



Como faço para comprar? Como as vendas foram iniciadas agora, por motivos "burocráticos" estou fazendo transações apenas pessoalmente, dentro da cidade de São Paulo, em pontos de referência (metrôs e shoppings, por exemplo). Entrega e pagamento no mesmo dia. Assim que tudo estiver estabelecido, serão abertas as vendas também para outras cidades e estados, com envio pelo correio. Para encomendar, você pode entrar em contato pelo meu e-mail: pubo.kinha@hotmail.com ; pelos meus links nas redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter (você encontra esses links no meu perfil desse blog)) e pela caixa de comentários deste post. Deixe sempre um meio de contato seu para que eu possa retornar e combinar a venda.

Quais as cores disponíveis? Há uma grande variação de cores, basta você escolher. Tanto a cor da gargantilha quanto a cor da fita e do laço, criando diversas combinações!

E os tamanhos? As gargantilhas modelos têm o mesmo padrão de tamanho. Mas também fazemos gargantilhas sob medida, basta você nos passar o tamanho desejado quando fizer o pedido. Lembre-se sempre de excluir o tamanho de sobra de fita (para fazer a amarração), somente o tamanho da gargantilha deve ser considerado.

Como descobrir meu tamanho? Corte um pedaço de barbante de modo que ele seja suficiente para contornar seu pescoço, mas não deixe que as pontas do barbante se encontrem; é necessário um respiro entre elas. Esse respiro equivale à largura de dois dedos juntos (indicador+dedo médio), e serve para amarrar a gargantilha com um laço. Corte o barbante deixando esse respiro, meça o tamanho desse pedaço de barbante, anote seu comprimento e informe-o junto com as outras especificações do seu pedido.

Quanto tempo demora para minha encomenda ficar pronta? Gargantilhas simples ficam prontas em dois dias úteis. As com laço também ficam prontas nesse prazo, e as gargantilhas mais detalhadas ficam prontas em até sete dias úteis.

Você também faz enfeites para meus gatos? Fazemos também, no mesmo estilo das gargantilhas. Nesse caso, é necessário mandar o tamanho desejado da coleira (excluindo a sobra de fita, sempre), pois os tamanhos podem variar muito de acordo com a raça e a idade. Lembre-se também de não medir o pescoço do seu gato de modo que a coleira possa ficar apertada demais. Deixem um respiro de dois dedos também, para que seja possível amarrar com um laço. O preço para as coleirinhas é de R$ 3,00, e pode ser simples (sem laço), com laço da mesma cor da fita, com laço de outra cor da fita, com pingente de guizo e, finalmente, com pingente e laço. Para coleirinhas com pingente ou com pingente+laço, o preço é de R$ 3,50. Só com o laço também sai por 3,00 (mesmo se for de duas cores).
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Qualquer dúvida, entre em contato comigo!

Mais fotos? Clique aqui (link do álbum no Orkut).
Ou clique aqui (link do álbum no Facebook).
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Gostou dos modelos? Conhece alguém que gostaria de comprar uma gargantilha? Promova-as dando RT na mensagem abaixo! :)

Procurando gargantilhas? Conhece alguém que está procurando por uma? Entre em http://tinyurl.com/28qeylr e/ou fale com a @kinhaireth !

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Beeeijos! :D

As informações deste post poderão ser alteradas



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Sexta-feira, Novembro 19, 2010 | 2:05 AM

Um sonho que se sonha (e se vive) só.


Nao é a primeira vez que venho aqui e digo que a noite sempre foi traiçoeira comigo. Tá, não sempre, mas é sempre que eu preciso que ela seja minha amiga.

Eu passo o dia tentando driblar minha mente para não pensar em nada, eu arranjo mil desculpas para não ficar só comigo mesma. Mas sempre chega uma hora em que isso não é possível. Chega a noite. E, então, ela aproveita que estou inconsciente e me traz à memória todas as lembranças que lutei tanto para esquecer por um segundo, que fosse. Me traz de volta todos os nós que, com tanto esforço, engoli como se fossem balas, me traz no peito o aperto por não saber mais o que fazer. Traz a agonia de ver o tempo se esvaindo, a sensação de sempre botar tudo a perder.

É assim que tenho passado todos os meus dias, dia após dia. A maior parte do tempo tentando não pensar em nada, lembrando de tudo enquanto durmo e, no dia seguinte, lutando para libertar a mente novamente. Estou intolerante, estou impaciente. Estou suplicante, desejando uma chance de desaparecer do mundo. Uma chance de sumir e não precisar levar comigo nenhuma proibição, regra, obrigação e, principalmente, nenhuma angústia.

Não quero ficar atada ao que me despedaça, não quero ter que lembrar de nada que tenha me tirado o que um dia eu já fui. E sei que não agüento mais estar assim, dessa maneira. Agindo mal com quem não merece por culpa de coisas que simplesmente não deixam de existir. Com uma vontade imensa de jogar tudo pro alto, de não me importar com mais nada. Ou, talvez, com mais ninguém.

Estou cansada e, de tão cansada, já não posso mais fazer isso sozinha. Mas assim que abro os olhos vejo que, mais uma vez, nenhuma mão se estendeu em minha direção. E nem pode se estender.



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E, se me permitem fazer um pedido,
acessem um link por mim? -> Clique aqui. :)


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Quarta-feira, Novembro 03, 2010 | 8:17 PM

Sobre zumbis e cicatrizes


Outubro, 31. Halloween. Ou Dia das Bruxas, se preferir. Aqui não é costume comemorar com festas, crianças na rua, fantasias, doces, travessuras, decorações, lanternas, abóboras. Infelizmente.

Começo de Novembro, a semana em que todas as pessoas pensaram em zumbis, morte e sangue. Estréia de "Walking Dead" na Fox ontem, dia 02, finados. Dia 31 fizeram uma caminhada para comemorar o lançamento da série, e ontem aconteceu o "Zombie Walk 2010". Overdose de eventos mortos-vivos!

Vocês podem ficar se perguntando "qual é a graça que existe em gastar horas fazendo maquiagem, preparando sangue artificial, bolando marcas e cicatrizes pra, depois, caminhar durante uma hora e meia com outras milhões de pessoas que também fizeram exatamente o mesmo e, no fim, voltar pra casa?", e eu respondo pra vocês apenas o seguinte:
diversão.

Muita gente esqueceu o que é isso, muita gente não se importa com isso, e eu só lamento. Porque a diversão do evento não está somente em chegar lá, caminhar com as pessoas e assistir a um showzinho no final. A diversão do evento estava na minha caminhada até a casa da Tha, estava na meleca que fizemos quando tentamos preparar o sangue, estava nas roupas que vestimos, estava nas caretas da avó, da mãe e do pai dela quando eles nos viram.

E mesmo depois de ter acabado o show, mesmo depois das pessoas se separarem, a diversão não tinha acabado porque rimos muito com algumas fantasias. Rimos com a cara das pessoas que passavam por ali, e rimos muito mais quando pegamos o metrô pra voltarmos pra casa. Ríamos tanto quando estávamos na Barra Funda comendo tapioca e as pessoas nos encaravam sem saber o que estava acontecendo! Sem contar as pessoas que nos paravam pra perguntar sobre o sangue, as cicatrizes, o evento em si.

A diversão foi tanta que mesmo depois de ter me despedido do Byl e da Tha ainda consegui dar boas risadas dentro do ônibus, assim, sozinha. Dava risada com a moça que estava na porta quando subi, do susto que ela levou e das brincadeiras que ela e o cobrador fizeram comigo depois do susto ter passado. Chegando em casa, quando eu achei que tinha acabado de vez, percebi que até meus pais fizeram brincadeiras comigo por causa da fantasia.

E pra quem ficou com preguiça de ir ou pra quem achou que essa história toda de Zombie Walk não passa de uma grande besteira, só digo uma coisa: Aprendam a se divertir, e descubram o quanto isso é gostoso.

Do mais, ficam aqui meus votos de um feliz dia das bruxas atrasados e meus pedidos de desculpa pela falta de atualização do blog! Estou numa jornada de procura de emprego, construção de Portfólio, sobrevivência sem Bilhete Único... A propósito, se você que está lendo tiver uma solução pra algum dos três problemas, entre em contato comigo.

Beijos, até mais ver!
(e, caso queiram dar uma olhada, passem em KinhaFolio, meu portfólio online que ainda está em construção...)


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Domingo, Setembro 12, 2010 | 12:11 AM

"To be free is all we wanna be when everything seems so far, out of reach [...]" ♫


Ser livre quando tudo parece tão distante, fora de alcance. É o que desejamos muitas vezes. Mas e quando não conseguimos ter essa liberdade? O que acontece?

Venho sendo mantida em cativeiro, presa, amordaçada. Minhas mãos estão soltas mas não conseguem tocar, assim como meus pés estão livres mas não conseguem correr. Um cativeiro tão bem disfarçado, camuflado, que chego a concluir que nunca ninguém me achará aqui. Estão me vendo, mas não sabem o que estão vendo. Já se sentiram como se estivessem presos dentro de si? Pois é.

Não é de hoje que sinto uma vontade terrível de abrir um zíper na minha barriga e pular fora daqui. Sair desses limites do corpo, abandonar essa carcaça. Não agüento mais a sensação de ser refém da minha própria cabeça, da minha própria mente. Essa vontade absurda de gritar até perder a voz, de correr até cair de cansaço... Sem nada pra interferir, pra limitar, pra atrapalhar. Vontade de jogar tudo pro alto e sumir, ir pra onde o vento levar.

Eu não posso, eu simplesmente não posso. Tantas coisas pra pensar, tantas coisas pra fazer, tantas coisas pra esquecer... Nada flui. Nada é pensado, nada é feito. Nada é esquecido, e essa talvez seja a pior parte no momento. Abro os olhos com quinhentas coisas em mente, e vou dormir com quinhentas mil. Coisas que só vão acumulando, acumulando... Acumulam mais que prêmio de Megasena.

Preciso de um canto silencioso, uma mente vazia e um coração em paz. Preciso ter pelo menos um dia, um dia que seja, onde eu acorde e saia por aí, sem me preocupar em pensar em nada. Nem em ninguém.

Não sei o motivo pelo qual resolvi colocar isso tudo aqui, pois isso não me trará nada do que eu preciso agora. De qualquer maneira, peço-lhes desculpas, e um pouco de paciência. Estou tentando voltar à ativa, estou tentando retomar o rumo. Tentando viver novamente, se é que me permitem ser um pouco clichê agora.


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Sexta-feira, Setembro 03, 2010 | 4:20 PM

Sobre prédios, vizinhança, leis e, novamente, educação (ou a falta de)


Se bobear, esse deve ter sido o maior título do k7d até hoje. Mas ainda assim digo que ele não é tão grande quanto ao meu desprezo por vizinhos mal educados. Como todos (que me conhecem) sabem, moro em apartamento. Um apartamento que você cruza, ponta a ponta, em dezoito passos pequenos. Literalmente. Um "apertamento" em um prédio de 4 andares, com lances de escada intermináveis, um vizinho lateral e dois frontais.

Ahh, os vizinhos... Aquela gente do bem, disposta a te ceder uma xícara de açúcar e a te receber com uma torta de maçã quando você acaba de chegar de mudança. Ha! Vai nessa, vai...

Ahh, os vizinhos... Aquele pessoal que não vem com botão de volume na voz, aquele cachorro que destrói seu tapetinho de boas vindas, aquele funk alto que faz as janelas estremecerem. Antes fosse só isso.

Eu não costumo me incomodar com os berros, ou com o cachorro. Tá, o funk me incomoda, mas não é essa a questão. Não dessa vez. Meu vizinho de parede é da Gaviões, ensaia pra bateria da escola de samba, bate na parede quando tem futebol na tv (e também quando não tem, sabe-se lá por que) e solta rojões da janela ao lado da minha. Mas também não é essa a questão. O problema agora, ou melhor, o problema de uns tempos pra cá é uma certa vizinha que insiste em fumar no corredor. Os poucos que já conheceram meu prédio sabem como são os corredores daqui, e eu não saberia explicar para os que não conhecem. O fato é que a vizinha (vamos chamá-la de X ou Y... Ou seria melhor chamar de FDP? Bah.) sai de sua linda casinha, acende seu lindo cigarrinho, fica aqui no corredorzinho fumando aquela porcariazinha. Aí o que acontece? Como minha casa é super enorme, estou eu lá usando inocentemente meu computador (que, sim, fica na sala) quando, do nada, sinto aquele cheiro maldito. Alergia ataca, nariz entope, Kinha espirra e começa a ficar puta. Olho pelo olho-mágico e vejo que a luz está acesa, X apoiada no corrimão e fumaça ocupando o resto da vista. Maldita vizinha, será que ela não se toca?

Não, gente, eu não sou barraqueira. Mas odeio falta de educação alheia. Se tivesse sido uma única vez eu ainda assim teria ficado puta, mas só. Uma vez, duas, dez, todas. Todo santo dia, mais de uma vez por dia, sinto-me rendida por aquele cheiro insuportável que invade minha casa. É tão forte que parece que ela veio fumar sentada no meu colo, e que jogou as cinzas na minha caneca de Toddy.

Lei Antifumo! Oh, sim! Ela me livrou de algumas enrascadas do tipo passar mal na Lord's ou sentir gosto de tabaco no meu tomate enquanto jantava em alguma lanchonete por aí. Mas não me livrou de passar mal dentro da minha própria casa. Antes que vocês me falem pra avisar a sindica, já digo que ela de nada me adianta. Nunca adiantou de nada, mesmo. Quando chove mais forte minhas paredes continuam me fazendo lembrar de lindas cascatas em muros de pedra no meio da floresta, e a senhora síndica sempre soube disso. E nunca resolveu. Ela jamais gastaria a sola daquele lindo sapato só pra se deslocar do bloco confortável dela até meu Genebra caótico. Muito menos por um cigarro.

Talvez eu esteja escrevendo demais e esteja, mesmo que involuntariamente, descontando meu cansaço e meu nervosismo do momento junto com o texto que comecei a escrever, e peço sinceras desculpas a quem estiver lendo. Mas, sabem, falta de educação é uma das poucas coisas que conseguem mudar meu humor. Pra pior, claro.

No dia seguinte, abro a janela para tentar a sorte de ventilar a casa nesses dias quentes. Bate uma brisa, minha gata aponta o focinho pra cima e, parecendo sacanagem, entra aquele cheiro fortíssimo de cigarro. De novo. Oh céus, nem abrir a janela por cinco minutos mais eu posso! Andei pensando seriamente em imprimir uma cartinha simpática e educada pra colar na porta da entrada do bloco. Ali, onde às vezes eles colam avisos com datas de reunião, anúncios de gelinho e pequenas notas sobre algum novo método de nos tirar mais dinheiro.

É, caras, estou revoltada. Estou, estive e estarei todas as outras vezes que isso acontecer, até as pessoas perceberem que não somos obrigados a compartilhar de um mesmo hábito deles, seja ele qual for. Não estou me importando se ela vai morrer de câncer ou o que quer que seja, isso é escolha dela sobre a vida dela. Mas não admito que ela invada meu espaço assim dessa maneira, tão insistentemente. Fico imaginando se um dia eu ficar em frente a porta dela com pandeiros e cornetas na mão, vestida de chiquitita e com uma cueca na cabeça, cantando "Atirei Um Pau No Gato" enquanto, simultaneamente, danço a Macarena... Adoraria forçá-la a comparilhar desse meu hábito...

Educação é sempre bem vinda, mesmo que seja mínima. É tão complicado entender?

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Estou trabalhando updates no K7D


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Quinta-feira, Agosto 12, 2010 | 10:34 PM

Like a Phoenix, I'm back


Dizem que existem três coisas básicas que não podemos deixar de fazer na nossa vida. Lembro-me de quando, ainda na infância, escondia sementinhas dentro de úmidos pedaços de algodão. Além disso, muitas outras sementes foram enterradas por essa que vos fala em um dos típicos jardins de casa de avó. Plantar uma árvore. Não tenho o conhecimento das que se mantêm firmes e robustas até hoje, mas posso dizer-lhes que fiz e refiz este passo diversas vezes.

Talvez queiram me perguntar o motivo de tocar nesse assunto tão repentinamente, ou talvez não. De qualquer maneira, sinto-me na -digamos assim- obrigação de contar-lhes que, nos últimos tempos, estive pensando novamente na velha idéia de escrever um livro. Tudo ainda bastante vago, claro, mas a idéia me apetece. Outra vez.

Assunto, conteúdo, enredo, como, quando, onde... Diversas questões, a maior parte sem respostas -ainda-, todas agitadas na minha cabeça. Mas é justamente essa cabeça que está precisando de um descanso agora, de um reajuste. E essa necessidade tem me tirado o sono, confesso. Por isso digo que voltei a me animar com a idéia, por mais que essa possa parecer não ter futuro...

E a respeito de ter um filho, bem, sobre isso nós poderemos conversar depois, daqui a algum tempo. Certo? ;)


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Terça-feira, Janeiro 19, 2010 | 1:51 AM

Outra desaparecidinha...


É, eu sei, eu disse que iria atualizar isso aqui nas férias e tudo mais. E de fato eu ia, mesmo... Mas digamos que eu esteja vivendo (o que é um milagre na época de férias), o que me fez deixar o blog um pouco de lado.

No tempo que tenho no computador, fico fazendo outras coisas também.

Outra coisa que me fez parar de postar aqui foi o pau que deu no meu computador. Sim, aquele, o novo, que não tinha um ano de compra. Exato. O que aconteceu? Nem eu sei. Ninguém sabe. De manhã, ele estava funcionando normalmente. À tarde, puf. Não ligava mais, simplesmente. Computador novo, bom, na garantia.

Ahhh, a garantia! Pelo menos isso, né?

Levamos na HP, deixamos bem claro que nenhum arquivo poderia ser perdido, pois haviam trabalhos não só meus, mas do meu irmão e do meu pai também. Trabalhos importantes. Sem contar os arquivos pessoais de cada um, né? E, convenhamos, minha pasta era a maior do pc, gigas e gigas de fotos, imagens, textos. Lembranças.


Adiantou? Não.
Perdemos tudo. Tudo. Músicas, fotos, videos, trabalhos, imagens, tudo.

Não tenho mais nada e, sinceramente, me sinto perdida sem meus arquivos. Pode parecer besteira, mas havia muita coisa realmente importante pra mim ali. Bom, eu não os guardava à toa, certo?

Resumidamente, quando venho pro pc é pra tentar pensar por onde começar a reconstrução dos meus arquivos. Mas confesso que estou bem desanimada e desmotivada pra isso. Porque os arquivos que eram realmente importantes pra mim, já não tenho mais. E não tenho como recuperá-los.


Até breve! (assim espero...) :)


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Quarta-feira, Janeiro 13, 2010 | 3:34 AM

Olha que maneiro, tenho um Formspringme


Oi, juro que vou atualizar aqui, juro. Palavra!


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Sexta-feira, Dezembro 18, 2009 | 4:09 PM



Hoje acordei meio "nem lá, nem cá", perdi a hora do médico, tive que adiar a consulta...
Ainda um tanto quanto sonada, começo a sentir uma saudadezinha diferente e uma vontade de ver uma certa pessoa. Uma vontade de deixar claro o quão feliz essa pessoa me deixa, o bem enorme que ela me faz.
Vontade de gritar aos quatro ventos que ela salvou meu ano, que salvou a mim.

E por mais que eu escreva, por mais que eu diga, nunca é o suficiente. A vontade de dizer tudo é sempre tão maior, sempre mais intensa...
A cada dia que passa me sinto mais feliz, mais sortuda por poder sentir tudo isso, viver tudo isso...

Poderia passar horas e horas aqui escrevendo, mas é algo que não se explica. E talvez eu nem queira achar uma explicação. Só quero que cada minuto ao lado dele seja eterno. Só quero que ele, que você, que todo mundo saiba que eu o amo absurdos, que sou completamente feliz ao lado dele e que, estando com ele, eu não preciso de mais nada.

Amo você, senhor Kawakami. Mais do que eu poderia imaginar...




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Segunda-feira, Outubro 05, 2009 | 11:08 PM

Acho que


Preciso passar por aqui, hun...

Estou me sentindo bem ultimamente! Miracle! shaoshaoshas
Quer dizer... Com excessão do calor exagerado, da garganta inflamada, das dores nas costas e bla bla bla. Mas estou bem !

Tenho 682362382637823 trabalhos pra fazer pro técnico! Socorram-me (subi num ônibus em marroc... Q) !

Estou sem tempo. Sem tempo. Tempo.
Como ele corre bem, minha gente!

Mas ainda digo que estou bem.
Talvez nem precise dizer, talvez dê pra perceber.


Aliás (não que tenha a ver, mas...), fazer o enfermeiro achar minha veia é um passatempo revigorante. :)


É, pessoas... A situação tá tensa aqui, em relação à garganta. Dois dias sem comer, e hoje tomei uma das melhores sopas da minha vida! Hahahahaha

Pães franceses, é melhor que vocês corram! Não haverá salvação, em breve!


E, fechando,

oi, Kawa ;)


Beijotas, iei!



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Segunda-feira, Agosto 31, 2009 | 12:14 AM

Ciclicidade


Um dia, graças a alguém, descobri que a vida é mais interessante quando vivida junto com outras pessoas. Depois de um certo tempo, me toquei do fato de que não é qualquer um que pode dividir essa vida com você. Anos mais tarde, percebi que também era preciso ter muita paciência, calma e disposição. E também aprendi que não se pode querer que o outro viva só para você porque, por mais que ele esteja disposto a isso, pode funcionar inversamente. Descobri que o fim é dez vezes mais rápido e mil vezes mais marcante que o começo.

Com o passar de tempo, descobri que é possivel encontrar a pessoa certa na hora mais errada. Então, ao longo dos outros anos, pude parar e pensar que nascemos sozinhos, mas não nascemos para viver sozinhos. Pensar que ficar sozinho antes é totalmente diferente de ficar sozinho depois.
E, tempos mais tarde, me foi jogado na cara que, mesmo que você se doe por completo, mesmo que você dê seu tempo livre e até seu tempo ocupado para uma pessoa em especial, que alguém faça você descobrir talentos e forças que você nunca imaginou ter, ainda assim, mesmo depois de tudo, ela pode, simplesmente, não se importar com nada. Pode ficar ao seu lado durante algum tempo e depois nunca mais aparecer. Você não pode segurá-la, prendê-la, convencê-la a gostar de você. Por mais cruel que possa parecer.

E aí você volta ao início, sente que não se pode viver sempre só, mas que não é qualquer um que pode ocupar o lugar ao seu lado. Que você tem o direito de escolher alguém, mas muitas vezes se esquece de que os outros também possuem esse direito. E muitas, muitas vezes, você escolhe aquele que jamais escolherá você. Assim como alguém, um dia, pode escolher você sem você nem saber que essa pessoa existe.

E, mesmo sabendo de tudo isso, a história se repete. Ela sempre se repete. A gente nunca sabe por que, nunca sabe como, mas ela está lá. É uma coisa cíclica, você está na roda e não pode sair.

O porque de tudo isso? Eu já nem sei mais.



-*-
Achei esse texto perdido em alguma página do meu caderno e, graças a uma breve conversa que tive com a Nadhia, achei bem conveniente colocá-lo aqui...


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Terça-feira, Agosto 11, 2009 | 8:23 PM

Não dá pra fugir da raia...


...quando se precisa estar em todas elas. oi?

Ontem e hoje tive Circuito, lá na natação. Talvez tenha a semana toda lá...
Segunda, só eu apareci por lá. Tá, eu e mais dois caras, que têm aula lá na 1. De resto, da raia 2 até a 5, só eu. Nisso, a Pati, minha atual professora, me informa que trocaríamos de raia a cada cinco minutos e que em cada raia seria realizado um exercício diferente.

Então comecei na 3, já que não tinha mais ninguém por lá mesmo. 4, 5, e terminei na 2. Não usei a 1 porque tinha gente tendo aula lá, tanto ontem quanto hoje.

Hoje foi a mesma coisa, com excessão de que os exercícios eram diferentes e comecei na 5, terminando na 4. Mas também houve revezamento e, ah, tinha mais gente! x)


-*-

As aulas voltam dia 17, yey!

Vamos ver o que acontece, né? Preciso preparar material, arrumar a mochila, apontar os 62362786327835273 lápis, lavar minha forma de gelo que está suja de tinta da última aula da Mônica lol. Lá vamos nós de novo!

Aliás, ouvi no jornal hoje que as escolas não vão ser obrigadas a completar as 200 aulas obrigatórias, então vão poder decidir entre repor ou não as lições perdidas.

....
Vocês ainda têm dúvidas de que meus sábados serão massacrados e que dormirei menos do que dormi no primeiro semestre, devido a trabalhos acumulados?


Eu não.


Beijoles, e tem post novo no SdH, caso interesse! ;D


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